sexta-feira, 27 de março de 2015

Mapa mundial da emissão de metano por país



A pesquisa foi elaborada a partir de dados obtidos no site do Banco Mundial - THE WORLD BANK.

A emissão de metano é decorrente da atividade humana como a agricultura e a produção de metano industrial.


O Brasil é responsável pela geração de 2% do gás metano emitido no planeta, de acordo com Christopher Godlove, coordenador de projetos da Environmental Protection Agency (EPA). Apesar de este ser um gás com alto potencial energético, ele é pouco aproveitado no Brasil.


Ainda segundo o especialista da EPA, há mais de 1.100 projetos de aproveitamento de biogás de aterro sanitário no mundo, sendo que pelo menos 600 estão nos Estados Unidos. Dessas iniciativas americanas, mais de 250 visam a geração de energia elétrica, totalizando uma capacidade instalada de 1.100 MW.


Ainda segundo o especialista da EPA, há mais de 1.100 projetos de aproveitamento de biogás de aterro sanitário no mundo, sendo que pelo menos 600 estão nos Estados Unidos. Dessas iniciativas americanas, mais de 250 visam a geração de energia elétrica, totalizando uma capacidade instalada de 1.100 MW.


Em sua participação no seminário promovido pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Godlove salientou que, para que sejam viáveis economicamente, os projetos de recuperação de biogás contam nos Estados Unidos com mecanismos de incentivo fiscal, como o PTC (Production Tax Credit), pelo qual o governo federal concede incentivo de US$ 0,10 por kWh.
“Outros pontos que devem ser considerados para se avaliar a viabilidade de um projeto dessa natureza são a proximidade do gride, o preço da energia no mercado, as condições regulatórias e os possíveis compradores”, salientou Alfredo Nicastro, VP da MGM Innova, consultoria que desenvolveu o Atlas Brasileiro de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e Potencial Energético em conjunto com a Abrelpe.


Para o diretor executivo da entidade, Carlos Silva Filho, o governo brasileiro precisa criar programas que estimulem novas fontes de energia renovável. “Além disso, é importante que a redução de tarifas de distribuição e transmissão seja estendida a projetos com potência superior a 30 MW”, ponderou, ao enfatizar que, em razão desses fatores, a energia gerada a partir do biogás não é competitiva se comparada à eólica e à solar.

“Um de nossos objetivos ao desenvolver o Atlas é justamente municiar o governo de dados, de forma que possam avaliar possíveis incentivos para a geração de energia pelo setor de resíduos sólidos”, concluiu Silva Filho.













Referências:

segunda-feira, 16 de março de 2015

Calculos do potencial energetico de Itajubá



 Como antes já havia dito na postagem anterior, são estimativas bem grotesca, pois são dados de tempos diferentes de quantidade de lixo produzido por pessoa em 2000 e quantidade de habitantes de Itajubá em 2014, mas ainda sim demonstra um grande potencial energético em Itajubá com o uso de biogás.
 Como mostrado a população de Itajubá, segundo IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2014 está em torno de 95.491 habitantes e segundo estudos do CEPEA em 2000, em uma cidade com população até 100 mil habitantes produziria cada um, 0,4 kg de lixo por dia, dando um total diário de 38,19 toneladas de lixo.
 Segundo o site da empresa Covanta, que faz cálculos sobre o assunto, com 38,19 toneladas de lixo por dia daria para produzir 20,9 MWh, o que seria suficiente para suprir a necessidade de 660 casas por dia, além disso, seria possível recuperar, aproximadamente, 1900 libras (R$9.144,71) em metais recuperados para reciclagem.
 Em meio da crise energética vivida no país, o uso de fontes renováveis, como o caso do biogás e ainda de fácil obtenção é uma ótima solução, são fontes energéticas de pequena escala e sem danos ambientais consideráveis que pode ser instaladas em todas as cidades do território nacional, sendo assim, tornando-se em parte menos dependentes de outras fontes energéticas.

fontes:http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=313240
           http://www.covanta.com/services/business/efw-calculator.aspx  

sábado, 14 de março de 2015

Estudo do potencial da geração de energia renovável proveniente dos 'aterros sanitários'.

Esse tema foi discutido e estudado pelo Ministério do Meio Ambiente em convênio com CEPEA(Centro de Estudo avançados de em economia aplicada) no período de Dezembro/01 até Abril/04 tomando como base nessa área de estudo as propostas oriundas da Rio +10, realizada em  Johanesburgo, que propunha uma meta de 10% de energias renováveis em todo o mundo até o ano de 2010.
   Nesse período de estudo, já era revelado o grande potencial de crescimento econômico e suprimento energético com uso do metano como fonte de energia. Contudo, o mesmo gás que possui um grande potencial, é um dos maiores causadores do efeito estufa e do aquecimento global.
   Sua viabilidade ao nosso ver, e também é relatada pelo estudo, está pela sua fonte de obtenção que é pela decomposição de matéria orgânica, o que torna uma fonte extremamente barata, já que as CTR's é a única forma de deposição de materiais orgânicos, já que desde 2008 é proibido o uso de "lixões". Com isso, por questões ambientais, o metano produzido nas CTR's tem que ser queimados para a diminuição dos danos.
    Com o Protocolo de Quito, que impõe aos países desenvolvidos atingir metas de redução da emissão de gases na atmosfera. Este compromisso trabalha com três mecanismo, e um deles é o MDL( Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), o qual  os países em desenvolvimento, como o Brasil, podem desenvolver projetos de redução de emissão de gases efeito estufa e projetos florestais de sequestro de carbono para auxiliar as nações com compromissos. Sendo assim, parte ou até todo o projeto de construção de uma usina movida a GLP será financiada por países industrializados que necessitem comprar créditos de carbono.
    Outro problema relatado nesse estudo que não se cabe mais é a poluição de recursos hídricos, com a proibição de lixões no Brasil, as CTR's são rigorosas em relação a esse tipo de danos. Antes da deposição do material, há uma manta impermeabilizante de polietileno que impede qualquer resíduo tenha contato com o lençol freático.

Quantidade de lixo per capita

    Fazendo uma estimativa bem grotesca, em Itajubá, onde nosso grupo cursa, usando uma tabela de de 2000 onde compara a quantidade de lixo per capita por dia, conforme a população total da cidade, no ano de 2014, onde o IBGE estima que Itajubá possua 95.491 habitantes, seria assim, um total de 0,4 quilograma/per capita/por pessoa, sendo um total de 38,2 toneladas, aproximadamente, de lixo por dia.