quarta-feira, 1 de julho de 2015

Conclusões

                  Conclusões
Nós do grupo TET gostariamos de agradecer à todas as visualizações do nosso blog. Nosso projeto iniciado em fevereiro de 2015 baseia-se no fato de a matriz energética brasileira ser extremamente homogênea, e propomos a expansão, através da divulgação, de usinas que aproveitam a combustão do metano. Em particular a cidade de Itajubá tem enorme potencial para receber esta tecnologia uma vez que o aterro( Localizado no município de Itajubá, MG, no local conhecido como Fazenda da Barra, Rancho Grande, a 12 km do centro da cidade;) recebe lixo de 10 cidades adjacentes e o metano produzido lá é queimado como algo extremamente normal. Entretanto isso se torna um absurdo diante da crise energética vivida no Brasil.
 Conclusões:

Visita de apresentação na Secretaria municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.
Boa recepção.
Interesse.
Situação financeira atual não favorável.

1400 visitas.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ultima Semana

   Nessa ultima semana o grupo esta focado em concluir a montagem do power point para a apresentação final do trabalho. Parte dos slides já estão prontos , faltando apenas alguns itens da apresentação e um ultimo encontro do grupo para acertar alguns tópicos que ficaram em aberto.

(Slide inicial da apresentação do grupo TET)


  Com isso, o grupo esta também corrigindo pequenos desvios que foram encontrados na analise econômica e atualizando valores que seriam utilizados na analise de viabilidade econômica.  

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Visita inicial à prefeitura de Itajubá.-POSTAGEM EDITADA


Visita inicial à prefeitura de Itajubá.

Em nossa visita de apresentação do projeto na prefeitura , fomos bem recebidos pela Eng. Maria Sírcia de Sousa, Diretora de Indústria e Comércio de Itajubá,  que  nos informou sobre os responsáveis pela questão energética e sanitária da cidade, ou seja,que compreendem o assunto relacionado ao consócio de 7 cidades que utilizam o aterro de Itajubá.


Ao fim, fornecemos por e-mail nosso endereço do blog e uma breve apresentação da TET que foi encaminhada para a secretaria responsável. Dessa forma, após o convite, nas próximas semanas iremos novamente para tratar o assunto de maneira mais detalhada com a finalidade de exibir os benefícios da usina termoelétrica de gás metano entre outras vantagens.



domingo, 31 de maio de 2015

Plano De Negócios -POSTAGEM EDITADA

Plano De Negócios

A)          TET (taking energy from trash). ------------  http://tetunifei.blogspot.com.br/.

B)           Membros:    
                                    Vinicius Brum – (vini.brum96@gmail.com)


Oseias Fernando – (oseiasfernandosilva@gmail.com) 

Sergio Augusto – (sergioaugusto.ac@gmail.com) 

Guilherme Diniz Lopes – (Gui.dinizlopes@hotmail.com)

Antonio Augusto - (antonioaugusto_3@hotmail.com)

Denver Rogrigues- (toksury@gmail.com)

Brenno Rodrigues - (brenno-trodrigues@hotmail.com) 

Bruno Costa - (bruninhosjc13@gmail.com) 

Felipe Ferreira - (dacunhaferreirafe@hotmail.com)  

Luis Otavio Forghieri -(tatau.forghieri@live.com) 

Renan Meyer – (renan_am@live.com) 


C) Resumo:

Nosso projeto iniciado em fevereiro de 2015 baseia-se no fato de a matriz energética brasileira ser extremamente homogênea, e propomos a expansão, através da divulgação, de usinas que aproveitam a combustão do metano. Em particular a cidade de Itajubá tem enorme potencial para receber esta tecnologia uma vez que o aterro( Localizado no município de Itajubá, MG, no local conhecido como Fazenda da Barra, Rancho Grande, a 12 km do centro da cidade;) recebe lixo de 10 cidades adjacentes e o metano produzido lá é queimado como algo extremamente normal. Entretanto isso se torna um absurdo diante da crise energética vivida no Brasil.

D) Diferencial

Nós da TET cremos que esse tipo de energia é desestimulado no Brasil pela pressão das distribuidoras de energia. Sendo assim nós projetamos em conflito com esse monopólio.

E) Realidade dessa energia:

Nos Estados Unidos essa tecnologia é amplamente utilizada, mas no Brasil o mercado ainda é muito novo ,  quase desconhecido e nunca  aplicado nos aterros sanitários uma vez que a novidade não pode ser aplicada antes  da substituição de lixões (maioria no Brasil ) por aterros adequados.

F) Estratégia de Negócio:

Nossa estratégia para o sucesso deste negócio baseia-se, através da quantificação de metano, em apresentar e divulgar a quantia que a cidade pode economizar com energia elétrica e apresentaremos o valor do investimento e o tempo de retorno financeiro. Além disso, temos também  a  venda de cota de carbono no mercado internacional.

G) Membros: 

Nosso grupo é formado por 12 graduandos em diferentes períodos em Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Itajubá  interessados em minimizar as perdas energéticas existentes no Brasil e principalmente na cidade em que estudam.

H) Orçamento: 

Segundo nossos estudos sobre a questão financeira concluímos em uma postagem no blog que a instalação completa tem um custo de aproximadamente R$ 40 milhões  (com a colaboração das seguintes cidades: Itajubá, Wenceslau Braz, Delfim Moreira, Piranguinho, Piranguçu e São José do Alegre), ou seja  R$ 5 milhões para cada  sem  financiamento bancários de agentes internacionais(juros de 12% ao ano) e o arrecadamento anual seria de R$ 14 milhões. Assim, o investimento inicial seria retornado em três anos, aproximadamente.  O tempo de construção gira em torno de 4 anos.

I) Visão do projeto: 

O grupo TET tem uma visão empreendedora e esperançosa sobre o nosso projeto, pois os maiores desafios do futuro é a obtenção e energia e logicamente esta em expansão.

 J) Desafio:

Devido ao alto custo da usina termoelétrica abastecida com o metano gerado em um depósito de lixo, nosso projeto envolve um alto grau de divulgação e demonstração para persuadir as cidades sobre a importância e benefícios da idéia.

K) Valores:

Visando também a questão social, o lixo de cada morador pode gerar energia para ele próprio contribuindo para seu orçamento mensal. Além disso procuramos reduzir os custos do projeto dentro do possível para economizar dinheiro público,pois sabemos dos sucessivos cortes nos orçamentos no país.

L) Unicidade:

Acreditamos que uma equipe com 12 integrantes pode fazer uma divulgação ampla , pesquisar custos, funcionamento e  principalmente apresentar simultaneamente para várias prefeituras e consórcios interessadas.

M) Foco: 

Nossa principal oportunidade e foco é a cidade de Itajubá, pois todos as cidades depositam o lixo no aterro de Itajubá onde há um enorme desperdício de gás metano.

N) Estratégias de Marketing:

 1- Divulgação do blog   http://tetunifei.blogspot.com.br/.
 2- Postagem semanal.
                                                3-Futura apresentação ao prefeito e secretário de Itajubá.

O) Benefícios (números):  

A implantação de uma estrutura como essa apresenta não só ganho ambiental como também se mostra uma alternativa financeiramente viável. Recolhemos inúmeros dados sobre lixo urbano, gases envolvidos e rendimento energético e chegamos a valores que mostram a viabilidade econômica de um investimento desse tipo. Também levamos em conta o fator de ganho ambiental com a redução da emissão de carbono na atmosfera
1. Para 1 milhão de habitantes:

A) Venda de cota de carbono = R$422.000 ao mês .
15 Euros/ tonelada em: (R$ 42,40 em 26/05/09)

B) Energia :   2,3 GWh  por mês (R$ 763.600 no mês)

C) 1 tonelada de metano no mercado internacional vale: R$774.

D).....................................................................Soma: R$ 1.185.600





quinta-feira, 28 de maio de 2015

Esclarecimento,Tratamento do Chorume-POSTAGEM EDITADA

                                                               Esclarecimento.

Estamos finalizando com esta postagem todos os assuntos não referentes aspectos econômicos ou legislativos sobre a construção do "LANDFILL GAS POWER PLANT" em Itajubá. Como já explicado, a cidade tem enorme potencial para receber esta tecnologia uma vez que o aterro recebe lixo de 10 cidades adjacentes e o metano produzido lá é queimado como algo extremamente normal. Entretanto isso se torna um absurdo diante da crise energética vivida no Brasil. Nosso objetivo a partir de agora é apresentar nosso projeto para as autoridades locais responsáveis pelo assunto e recolher suas opiniões, sugestões e principalmente . Simultaneamente apresentaremos a análise de custos requisitada  pelo Professor Paulo F. Ribeiro, Ph.D Professor Adjunto(UNIFEI).

                                                         Tratamento do Chorume

O Chorume é uma substancia de alta carga poluidora derivada da degradação de resíduos orgânicos comumente presentes em lixões e aterros sanitários. O Chorume geralmente contém grande concentração de sólidos suspensos, metais pesados e compostos orgânicos. Entretanto, sua composição físico-química é extremamente variável e depende de alguns fatores como condições do ambiente local, forma de operação do aterro e tempo de  disposição.
Devido à presença de substancias altamente solúveis em sua composição, o chorume pode contaminar as águas  do subsolo nas proximidades do aterro e devido à movimentação dos lençóis, a substância pode dispersar-se e atingir poços causando graves consequências para o meio ambiente e para saúde publica por apresentar uma alta concentração de compostos tóxicos.
Com isso, é necessária a realização de um tratamento adequado do chorume nos aterros sanitários a fim de evitar ou amenizar os problemas causados por sua dissipação. O tratamento do chorume em aterros sanitários, além de ser uma medida de proteção ambiental, é também uma forma de garantir uma melhor qualidade de vida .
As técnicas comumente utilizadas no tratamento do chorume inclui os tradicionais processos biológicos ( realizado nas lagoas aeróbicas, anaeróbicas e de estabilização),  como também uma variedade de processos químicos. No Brasil, a forma mais comum de tratamento é a de processos biológicos, por ser considerada bastante eficiente em aterros novos, além de se caracterizar pela simplicidade e baixo custo.
O processo de tratamento biológico consiste basicamente em três etapas:
Lagoa Anaeróbica: O chorume fica em tratamento por sete dias. A degradação da matéria orgânica ocorre na falta de oxigênio, dessa forma, esses tanques devem ter  grande profundidade a fim de reduzir a possibilidade de penetração do oxigênio produzido na superfície. Nessa etapa são removidos de 50 a 60% da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), que  é a quantidade de oxigênio necessário para  oxidar a matéria orgânica por decomposição microbiana aeróbia.
 Lagoa Aeróbica: Após sair da lagoa anaeróbica, o chorume recebe uma oxigenação forçada por três a cinco dias. É nessa etapa que ocorre a remoção de metais pesados.
 Lagoa de Estabilização: Depois de passar pela Lagoa Aeróbica, o chorume se transforma
em lodo que é posto em um leito de secagem, onde, depois de seco, poderá ser descartado da forma correta.

campinas.edu.br/pub/professores/ceatec/demanboro/Material10(05Out)/Tratamento_Ch

http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/como-funciona-o-processo-de-

tratamento-de-chorume/

http://www.scielo.br/pdf/qn/v29n1/27850.pdf

http://www.teraambiental.com.br/blog-da-tera-ambiental/bid/340697/Tratamento-

biologico-aerobio-e-anaerobio-de-efluentes

http://www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/agua/aguas-superficiais/aguas-

interiores/variaveis/aguas/variaveis_quimicas/demanda_bioquimica_de_oxigenio.pdf



            
                     

Sobre Our English Syllabus

     
        
      A universidade nos abre a um mundo de conhecimentos - que antes dela não pensávamos ser tão grande.
     Todos nós em algum momento de nossas vidas sentimos a necessidade de buscar conhecimento em alguma das inúmeras áreas existentes na atualidade. Essa busca por algo que nos agrade e sacie a vontade de aprender nos trás um desconforto visto que quanto mais você tenta aprender mais nota a amplitude desse conhecimento existente no mundo. Assim sente-se o calouro que acaba de ingressar na universidade
     A mesma universidade que mostra ao aluno essa imensidade de conhecimento deve fornecer a ele as fermentas necessárias para que consiga absorver o máximo de conhecimento da sua área durante o período de tempo que permanece nela. E mais importante a universidade deve mostrar também ao aluno que o conhecimento não é tão somente trabalho duro e aprendizagem mas também é um lazer.
     Ademais a universidade é um período em que o ingressante não é um completo adulto, porem não é mais uma criança , sendo assim uma fase de transição, uma passagem que deve ser além de tudo enriquecedora, formadora de caráter e inquietude.
     Em analogia, primeiro o estudante se deparou com um grande lago de conhecimentos e informações. Com muito trabalho duro ele modelou e formou ferramentas para pouco a pouco retirar uma infame parte dessa agua e guardar para si. Agora no ultimo passo resta a ele saber utilizar aquilo que conseguiu retirar.
     Porem quando visualiza brevemente o mercado de trabalho se depara com exigências de que trabalhe de um certo modo. Não tendo assim a liberdade de tentar inovar, estudar e tentar algo segundo seu desejo.
     A grosso modo o calouro na universidade vai buscar junto aos professores - que tentam abrir a mente dos pupilos ao saber - formar-se para todas as dificuldades que terá que enfrentar no seu dia a dia de trabalho e não só nas dificuldades imediatas da faculdade.  E assim a universidade tenta incitar no aluno que ele busque através de seus próprios meios o conhecimento que ele precisa para encontrar soluções viáveis para melhorar a cada dia o meio em que convive sem nunca deixar de lado seu caráter, transparência, crenças e honestidade.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

ATERRO SANITÁRIO DE ITAJUBÁ E VANTAGEM DA CONSTRUÇÃO DE UMA POSSÍVEL USINA DE METANO.

ATERRO SANITÁRIO DE ITAJUBÁ E VANTAGEM DA CONSTRUÇÃO DE UMA POSSÍVEL USINA DE METANO.

1.      Localizado no município de Itajubá, MG, no local conhecido como Fazenda da Barra, Rancho Grande, a 12 km do centro da cidade;
2.      Possui área de 56,9 hectares, com vida útil de projeto de 24  anos;  
3.      Constituído pelas seguintes unidades:

·        Unidade de aterragem
·        Guarita de entrada
·        Balança rodoviária
·        Estação de Tratamento de Efluentes – ETE.


4.      Os aterros sanitários ainda são empreendimentos caros e complexos para serem geridos por pequenos municípios, dessa forma, a formação de consórcios intermunicipais se torna uma solução viável, pois permite o rateio dos custos e das reponsabilidades do empreendimento, em Itajubá está dando certo.

5.      ESTRUTURA DA UNIDADE:



Ao  analisar a ultima foto, é possível notar o desperdício de energia através da queima de gás, obviamente no caso deste aterro é uma questão de segurança, entretanto com a construção de uma usina também se tornaria uma questão de energia e dinheiro. 




CIMASAS e o Consórcio Intermunicipal


CIMASAS e o Consórcio Intermunicipal 

O Cimasas é o Consórcio Intermunicipal dos Municípios da Microrregião do Alto Sapucaí para Aterro Sanitário, e é projeto piloto do Governo de Minas para solucionar o problema dos lixões no Estado. Devido ao alto custo de um aterro, mais de R$1 milhão, o consórcio une municípios para viabilizar sua instalação e assim resolver o problema dos resíduos sólidos domiciliares de maneira ecologicamente correta. Compõem o Cimasas: Itajubá, Wenceslau Braz, Delfim Moreira, Piranguinho, Piranguçu e São José do Alegre, cidades que destinam seus resíduos para o aterro sanitário itajubense.
A realidade do lixão definitivamente ficou no passado para seis cidades da região de Itajubá. O primeiro consórcio municipal formado no Estado de Minas Gerais para possibilitar a implantação de um aterro sanitário já está colhendo os resultados. O aterro construído em Itajubá pelo Cimasas (Consórcio Intermunicipal dos Municípios da Microrregião do Alto Sapucaí para Aterro Sanitário), com apoio do governo do Estado, já está em operação, beneficiando cerca de 200 mil pessoas, e sendo exemplo de responsabilidade e respeito com o meio ambiente. O Cimasas é formado por Itajubá, Wenceslau Braz, Delfim Moreira, Piranguinho, Piranguçu e São José do Alegre.
Durante muitas décadas, os resíduos produzidos pelas residências, comércio e indústria eram descartados no antigo lixão. Sem critérios de separação dos resíduos sólidos, o local causava grande impacto ambiental, já que o chorume – líquido negro produzido a partir da decomposição dos materiais – penetrava na terra, causando a contaminação do lençol freático e do solo. Além disso, o lixão trazia riscos para a saúde pública e um problema social: catadores de materiais recicláveis se misturavam à montanha de lixo para poderem retirar dela o sustento da família.
Mas os municípios integrantes do Cimasas conseguiram junto ao governo do Estado os recursos que necessitavam para a implantação do aterro sanitário, no bairro Rancho Grande. Foram mais de R$1 milhão investidos e que irão beneficiar cerca de 200 mil habitantes da região. No aterro, os resíduos são acondicionados corretamente e o solo é protegido para evitar contaminação. Utilizando normas operacionais e critérios modernos de engenharia, o aterro permite o confinamento seguro dos resíduos domiciliares, em camadas, diminuindo a poluição ambiental e protegendo a saúde pública. Já os resíduos industriais e hospitalares são separados e destinados a empresas especializadas no descarte desse tipo de material.



PROJETO DE LEI Nº 3405

Ratifica o Protocolo de Intenções celebrado com os municípios de Delfim Moreira, Itajubá, Piranguinho, Piranguçú, São José do Alegre e Wenceslau Braz objetivando a constituição do Consórcio Intermunicipal para Implantação e Operação de Aterro Sanitário - CIMASAS.


Art. 1º - Fica ratificado em todos os seus termos, o Protocolo de Intenções do CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PARA ATERRO SANITÁRIO - CIMASAS, celebrado pelo Chefe do Poder Executivo em 26 de março de 2007.

Parágrafo Único - Quaisquer futuras alterações no Contrato do Consórcio, bem como respectivos aditamentos, deverão ser ratificados pelo Poder Legislativo Municipal.

Art. 2° - Fica criado o CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PARA ATERRO SANITÁRIO - CIMASAS, constituído sob a forma jurídica de Associação Pública, com base na Lei Federal 11.107 de 06 de abril de 2.005 e personalidade jurídica de Direito Público.

§ 1º - O CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PARA ATERRO SANITÁRIO - CIMASAS vigorará por prazo indeterminado.

§ 2° - O CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PARA ATERRO SANITÁRIO – CIMASAS será organizado por Estatuto cujas disposições, sob pena de nulidade, deverão atender a todas as cláusulas do Protocolo de Intenções.

§ 3º - O Município poderá ceder servidores para o Consórcio regulado nesta lei, na forma e condições da legislação vigente e da Lei Orgânica Municipal.


Art. 3° - O CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PARA ATERRO SANITÁRIO - CIMASAS, tem por finalidade a implantação, operação e utilização de aterro sanitário destinado à correta disposição dos resíduos sólidos domiciliares, comerciais (com características domiciliares) e públicos (derivados da limpeza urbana), atendendo à legislação pertinente.

Art. 4º - Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a representar o Município de Itajubá nos atos constitutivos do Consórcio, podendo exercer quaisquer funções administrativas e executivas previstas na estrutura organizacional do Consórcio.


Art. 5° - O CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PARA ATERRO SANITÁRIO - CIMASAS será composto dos seguintes órgãos:

I - Assembléia Geral
II - Mesa Diretora
III - Conselho Técnico e de Regulação
IV - Secretaria Executiva
V - Conselho Fiscal

Art. 6° - O Poder Executivo Municipal, na qualidade de partícipe do ajuste consorcial, deverá prestar contas dos recursos financeiros despendidos na consecução das atividades desenvolvidas pelo Consórcio.

Art. 7º - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a celebrar contratos de rateio, na forma do art. 8º da Lei nº 11.107, de 06 de abril de 2.005, devendo consignar os recursos comprometidos nestes contratos nos Orçamentos Subseqüentes.

Parágrafo Único - Fica autorizada a abertura de Crédito Especial para a consignação de recursos no presente exercício de 2007.

Art. 9º - Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.

Itajubá (MG), 09 de abril de 2007.
BENEDITO PEREIRA DOS SANTOS
PREFEITO MUNICIPAL
                                              

Nome fantasia
CIMASAS
Razão Social
CONSORCIO INTERMUNICIPAL DOS MUNICIPIOS DA MICROREGIAO DO ALTO SAPUCAI PARA ATERRO SANITARIO
CNPJ
09.062.786/0001-46
Data da abertura
17/09/2007
Status da empresa
Ativa
Natureza jurídica
121-0 - Associação Pública

Endereço
R BRASOPOLIS, 02, : HORTO FLORESTAL ANHUMAS;
Bairro BOA VISTA
Cidade Itajubá
CEP 37.505-076

Telefone: Não disponível

Fonte: http://www.mgsulnews.com.br/principais-noticias/40-destaques/3743-aterro-sanitario-de-itajuba-comeca-a-beneficiar-municipios-da-regiao.html
Formação do Gás de Lixo


A transformação da massa de resíduos de um aterro sanitário em gases não é um processo simples, principalmente por conta da diversidade de materiais que a compõem e pelas interações físico-químicas e biológicas que ocorrem com o passar do tempo. As atividades microbiológicas têm grande influência na produção de biogás em aterros sanitários. No entanto, outros mecanismos como a volatilização e as reações químicas também exercem um papel importante na formação de metano, agindo isoladamente ou associado à microbiologia . A produção de gás em aterro sanitário, na sua fase de decomposição dos RS, pode ser dividida em quatro ou cinco fases.
1ª fase: A primeira etapa da decomposição é aeróbia, isto é, ocorre com presença de oxigênio. Nessa etapa, as bactérias aeróbias consomem oxigênio enquanto metabolizam as cadeias de carboidratos complexos, Com p osi ção do Gás (% em volume) 62 proteínas e lipídios que estão contidos nos resíduos orgânicos. O primeiro gás produzido é o dióxido de carbono (CO2). No início dessa etapa, há uma grande quantidade de nitrogênio que declina rapidamente, à medida que o processo vai transcorrendo. Essa etapa pode durar dias ou meses, dependendo da quantidade de oxigênio presente no resíduo quando depositado no aterro. A quantidade de oxigênio dependerá da maneira como o resíduo foi depositado e, se houve ou não compactação. BIDONE & POVINELLI (1999) descrevem como uma etapa de ajustamento inicial e LIMA (2004), como etapa aeróbia. Nessa etapa, segundo LIMA (2004) a temperatura do meio se eleva para o estágio mesofílico em função do comportamento exotérmico das bactérias aeróbias, podendo ainda, dependendo das condições de contorno, atingir o estágio termofílico, com valores variando entre 45ºC e 68ºC.
 2ª fase: A segunda fase inicia-se após o oxigênio ter sido consumido. Nessa· fase, as bactérias convertem os compostos criados pelas bactérias aeróbias em ácido acético, lático, fórmico e álcoois, tais como metano e etanol. Tornando o ambiente totalmente ácido. Esses ácidos misturam-se com a umidade presente nos aterros, causando a dissolução de nutrientes e liberando nitrogênio e fósforo, disponíveis para o crescimento de diversas bactérias no aterro. Os gases produzidos são o dióxido de carbono e o hidrogênio. Caso ocorra o revolvimento da massa de resíduos ou a introdução, de alguma maneira, de oxigênio no aterro, os processos microbiológicos retornam para a primeira fase. De acordo com BIDONE & POVINELLI (1999), essa fase é dividida em duas: a fase de transição, em que ocorre o estabelecimento das condições de óxido-redução, e a fase de formação de ácidos, com predominância de ácidos orgânicos voláteis. Segundo LIMA (2004), é denominada como fase ácida, na qual o pH varia de 5,2 a 6,8 e a temperatura diminui para 29 a 45 ºC.
 3ªfase: Esta fase também é caracterizada por um ambiente anaeróbio,· inicia-se quando certas espécies de bactérias consomem os ácidos produzidos na segunda fase e forma-se o acetato, um ácido orgânico. Nesse processo o ambiente se torna neutro, possibilitando o estabelecimento das bactérias produtoras de metano. As bactérias metanogênicas e as bactérias acidogênicas são simbióticas ou apresentam mutualismo positivo. As acidogênicas criam compostos para as metanogênicas consumirem. As bactérias metanogênicas consomem carbono e acetato que são tóxicos para a maioria das bactérias acidogênicas. Nessa fase que então se inicia a produção do metano com a redução da quantidade de dióxido de carbono produzido. BIDONE & POVINELLI (1999) definem-na como fermentação metânica e LIMA (2004), como metânica instável. Segundo os autores (op.cit), o pH sobe e estabilizase na faixa de 6,8 a 7,2, e a temperatura estabiliza-se próximo de 30ºC.

  4ª fase: Etapa final que se inicia quando a taxa de composição e de produção de gás no aterro se mantém relativamente constantes. Usualmente, nessa fase, o gás do aterro contém, em volume, 45% a 60% de metano, 40% a 60% de dióxido de carbono, e 2% a 9% de outros gases. 63 Essa fase é denominada por BIDONE & POVINELLI (1999) como maturação final, caracterizada por estabilização da atividade biológica, escassez de nutrientes, paralisação da produção de gás, predominância de condições ambientais naturais, aumento do valor do potencial redox com aparecimento de O2 e espécies oxidadas, conversão lenta dos materiais orgânicos resistentes aos microorganismos em substância húmicas complexadas com metais. LIMA (2004) define como fase metânica estável. A temperatura é inferior a 30ºC (próxima do ambiente), o pH estabiliza-se entre 7,0 e 7,2 e o potencial redox varia em torno de -330 a -600 mV. Segundo CRAWFORD & SMITH* apud AGENCY FOR TOXIC SUBSTANCES AND DISEASE REGISTRY (ATSDR, 2006) um resíduo que é disposto num aterro é capaz de emitir gás por 50 anos ou mais, porém um aterro ao atingir a quarta fase, é capaz de produzir gás a uma taxa constante por mais de 20 anos. Pelo fato de os aterros serem heterogêneos e de todo o resíduo não ser depositado ao mesmo tempo, as fases descritas acima ocorrem simultaneamente em diferentes áreas e profundidades de um aterro ativo ou recentemente fechado. A separação entre fases torna-se difícil quando o aterro está ativo e resíduos novos são adicionados aos antigos. Após o encerramento do aterro e devido à presença de resíduos em diferentes fases de degradação, este tende a ser impulsionado para a quarta fase, mantendo-se nela por um longo período de tempo.

quarta-feira, 22 de abril de 2015


   Créditos de carbono (captura  durante o processo de separação gasosa – metano, dióxido de carbono). 


Com a crescente preocupação com o meio ambiente, no ano 1999 foi aprovado o protocolo de Kyoto no Japão. O protocolo tinha como objetivo inicial de que os países que assinaram o acordo reduzissem 5,2% a emissão de gases estufa em relação ao ano de 1990, durante o período de 2008 a 2012.Apesar do protocolo reunir 55 países dos quais são responsáveis por 55% de toda as emissões dos gases estufas, as metas para redução foram apenas atribuídas aos países desenvolvidos.
As metas de redução foram distribuídas entre as indústrias do país, e as que não conseguiam atingir a meta tinha três opções:
·       Pagar multa (na Europa, o valor atual está em cerca de 80 euros o crédito);
·       Comprar crédito de emissão de outras empresas;
·       Comprar créditos de projetos implementados em países em desenvolvimento.
Enquanto os países desenvolvidos ficaram responsáveis por reduzir as emissões de gases estufas, os países em desenvolvimento tiveram a possibilidade de desenvolver projetos que evitasse a emissão de gases estufa, esse sistema é conhecido como Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). E a cada tonelada de gás em que fosse evitada a sua emissão geraria créditos de carbono, que por sua vez, poderia ser negociado com países que não conseguiram atingir a meta de redução.
Foi convencionado que 1 crédito de carbono equivale a 1 tonelada de dióxido de carbono (CO2), e outros gases também potencializam o efeito estufa equivaleriam aos créditos proporcionalmente a sua capacidade de aumentar o efeito estufa. Um exemplo é do metano, que tem o potencial maior 21 vezes maior que o do carbono, uma tonelada de gás metano que deixa de ser emitida na atmosfera vale 21 créditos de carbono. Os créditos de carbonos ou Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) são negociados nas bolsas de valores (Você pode ver a cotação do Crédito de carbono aqui).
Apesar do protocolo de Kyoto ter se expirado,o mercado de compra de crédito de carbono continua, pois, iniciativas visando a diminuição da emissão continua por parte de alguns governos locais e empresas voluntárias que se comprometem com a redução.
Um dos casos mais conhecidos de projetos de MDL desenvolvidos no Brasil. Trata-se do Aterro Sanitário Bandeirantes, localizado em Perus, na região metropolitana de São Paulo. Com uma área total de 1.400.000 m²,o Aterro Bandeirantes está desativado desde março de 2007 tendo operado durante 28 anos e recebido, até 2006, cerca de 36 milhões de toneladas de resíduos.
A captação do biogás gerado no aterro foi iniciada em 2004 após uma série de estudos preliminares sobre a viabilidade do projeto e a instalação de uma usina termelétrica a biogás em 2003, onde o gás captado no aterro é tratado (retirada a umidade e feita uma pré-filtragem) e depois transformado em energia. O Aterro Bandeirantes possui capacidade para gerar aproximadamente 170 mil MWh de energia elétrica por ano e possibilitou, até então, a comercialização pela prefeitura de São Paulo, de 1.262.793 RCEs.
Os recursos arrecadados não são desprezíveis. Basta saber que, em setembro de 2007, o banco holandês Fortis Bank NV/SA desembolsou R$ 34 milhões pelo lote de 808.450 créditos de carbono colocados em negociação pela Prefeitura de São Paulo na Bolsa de Mercadorias e Futuros.”
Contudo, apesar destes exemplos, o mercado dos RCEs está em baixa. Primeiro por conta da crise europeia, e segunda pôr no Brasil não haver nenhuma meta de redução de gases a compra de crédito de carbono fica por conta de poucas indústrias voluntárias. Porém é esperado que este cenário mude, entre 30 de novembro e 11 de dezembro de 2015 em Paris, será realizado Conferência do Clima onde se espere que seja atribuída novas metas inclusive para o Brasil, assim estimulando o mercado de créditos de carbonos tanto no âmbito nacional quanto internacional.
Referêcias
Estrutura e local para a construção do aterro sanitário e sua usina.
1.     Propriedade: Em caso da área ser governamental o custo da instalação torna-se mais viável, entretanto se a área cobiçada pertencer a um particular deve-se negociar a sua aquisição. De qualquer maneira a utilização de uma área particular pode representar uma opção interessante, o órgão da limpeza urbana e o proprietário fazem um contrato para aterramento do local após o termino do contrato (longo prazo-mínimo de 10 anos).
2.     Tamanho da área: selecionado para a instalação do aterro deverá ser suficiente para utilização por um período de tempo que justifique os investimentos e os requisitos das estruturas.
3.     Localização:
·       Máximo 30 km para ida e volta
·       Vias de acesso em boas condições de tráfego para os caminhões, inclusive em épocas de chuvas, com o minimo de aclives, pontes estreitas e outros inconvenientes.
·       Afastada de aeroportos ou de corredores de aproximação de aeronaves, já que o lixo atrai urubus, por exemplo, que podem provocar acidentes aéreos.
·       Estudar os ventos dominantes.
·       Mínimo 2 km de zonas residenciais.
·        Internet,telefones, energia elétrica, água, transportes para facilitar a operação da usina.
·       Afastada de cursos de água.
4. Características topográficas:
·       Depressões naturais secas.
·       Minas abandonadas.
·       Jazidas de argila ou saibro já exploradas.
5.Tipo de solo - A composição do lixo urbano é bastante variada, podendo conter substâncias perigosas ao homem e ao ambiente.A tendência natural é que tais substâncias e os produtos da própria decomposição do lixo comecem a penetrar no solo, levadas pela água presente no lixo e pela água das chuvas. A este tipo de fenômeno se dá o nome de lixiviação. Dela resulta o chorume, um líquido de cor escura, odor desagradável e elevado poder de poluição.
Solo de baixa permeabilidade = Filtro.
6. Águas subterrâneas :     
·       Perfil hidrogeológico do local.
·       Quanto mais profundo o nível da água subterrânea, menores serão as possibilidades de contaminação.
7. Levantamento da quantidade dos resíduos destinados ao aterro:
·       Servirá para calcular a vida útil do aterro. O peso específico do lixo compactado (varia de 500 a 700 kg/m3) será um elemento fundamental a ser considerado nestes cálculos.
8.Levantamento de dados complementares.
·       Definir o uso futuro da área a ser aterrada.