sábado, 14 de março de 2015

Estudo do potencial da geração de energia renovável proveniente dos 'aterros sanitários'.

Esse tema foi discutido e estudado pelo Ministério do Meio Ambiente em convênio com CEPEA(Centro de Estudo avançados de em economia aplicada) no período de Dezembro/01 até Abril/04 tomando como base nessa área de estudo as propostas oriundas da Rio +10, realizada em  Johanesburgo, que propunha uma meta de 10% de energias renováveis em todo o mundo até o ano de 2010.
   Nesse período de estudo, já era revelado o grande potencial de crescimento econômico e suprimento energético com uso do metano como fonte de energia. Contudo, o mesmo gás que possui um grande potencial, é um dos maiores causadores do efeito estufa e do aquecimento global.
   Sua viabilidade ao nosso ver, e também é relatada pelo estudo, está pela sua fonte de obtenção que é pela decomposição de matéria orgânica, o que torna uma fonte extremamente barata, já que as CTR's é a única forma de deposição de materiais orgânicos, já que desde 2008 é proibido o uso de "lixões". Com isso, por questões ambientais, o metano produzido nas CTR's tem que ser queimados para a diminuição dos danos.
    Com o Protocolo de Quito, que impõe aos países desenvolvidos atingir metas de redução da emissão de gases na atmosfera. Este compromisso trabalha com três mecanismo, e um deles é o MDL( Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), o qual  os países em desenvolvimento, como o Brasil, podem desenvolver projetos de redução de emissão de gases efeito estufa e projetos florestais de sequestro de carbono para auxiliar as nações com compromissos. Sendo assim, parte ou até todo o projeto de construção de uma usina movida a GLP será financiada por países industrializados que necessitem comprar créditos de carbono.
    Outro problema relatado nesse estudo que não se cabe mais é a poluição de recursos hídricos, com a proibição de lixões no Brasil, as CTR's são rigorosas em relação a esse tipo de danos. Antes da deposição do material, há uma manta impermeabilizante de polietileno que impede qualquer resíduo tenha contato com o lençol freático.

Quantidade de lixo per capita

    Fazendo uma estimativa bem grotesca, em Itajubá, onde nosso grupo cursa, usando uma tabela de de 2000 onde compara a quantidade de lixo per capita por dia, conforme a população total da cidade, no ano de 2014, onde o IBGE estima que Itajubá possua 95.491 habitantes, seria assim, um total de 0,4 quilograma/per capita/por pessoa, sendo um total de 38,2 toneladas, aproximadamente, de lixo por dia.


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